Larva
Corre! Restam somente 0 produtos!
Uma velha cigana vaticinou a Ielena três homens: um enviado por Deus, outro pelos homens e o terceiro — Deus nos livre — pelo Maligno. Pois pelo amor e pela alegria da maternidade terá de pagar um preço tão terrível que até custa dizê-lo. E tudo por causa «daquela» — a larva odiosa que, por capricho próprio ou por vontade de forças superiores, escolheu a pobre Ielena como sua portadora. A entidade sombria dormita, aguardando o momento certo para beber até à exaustão a força masculina dos incautos que se apaixonarem por Ielena.
Por causa da larva, os vizinhos evitam a rapariga, embora nem compreendam com que estão realmente a lidar. Por causa dela, a avó Paraskeva não gosta da órfã. A rapariga acredita que é por causa da demoníaca luxuriosa que lhe acontecem todos os infortúnios. Stefa, a bruxa da aldeia, pensa de outra forma: não é altura de lutar contra aquilo que faz parte de ti, pois aproximam-se tempos terríveis. A bruxa não se engana: em Mariiampil, já pisam a terra com botas de lona aqueles cujos actos farão estremecer até o Inferno.
Em que se tornará «aquela» para Ielena: mais uma inimiga ou uma aliada fiel? Conseguirão coexistir num só corpo uma alma jovem e pura e uma entidade demoníaca ancestral? E quem acabará por prevalecer?
O livro retrata a aldeia de Mariiampil (actualmente na região de Ivano-Frankivsk) durante a chegada dos segundos soviéticos, quando, contra os invasores, lutou até ao último combatente a unidade do comandante da UPA Sapador. Se alguns acontecimentos da obra vos assustarem, saibam que são precisamente esses que não foram inventados pelo autor.


















